2012/03/06
2012/03/01
Há mais de 1 mês que estamos juntos!
Esta nossa relação não foi uma relação apetecida... ok, também não foi completamente uma relação forçada... digamos que foi assim algo do género - “tinha que ser”!
Eu nem sou muito de me agarrar a este tipo de relações, mas tenho de te confessar que foi amor à primeira vista! Foi uma paixão que, ao contrário de outras que vou tendo e que duram apenas horas, foi crescendo de dia para dia conforme te ia conhecendo melhor!
Mal me mostraram a tua foto, no início de Setembro de 2011, fiquei encantada - “é este que eu quero para mim” - foi logo a minha reação!
Mesmo depois de todos os argumentos contra a nossa ligação eu insisti, “é este”. “Não me importo de esperar que ele venha para Portugal”, “Não me importo de esperar porque o quero deste modo e não de outro”... “Não me importo de esperar e pronto”!
Fiquei ainda mais encantada quando conheci um dos teus irmãos.
Adorei!
Simplesmente lindo!
Adorei o encontro com ele e quando me disseram que tu ainda eras melhor fiquei logo ansiosa que chegasses a Portugal para te poder ver, tocar, interagir contigo!
Eu sei que quando, finalmente, nos encontrámos frente a frente eu tremi, mas tu sabes que era um misto de paixão e medo! Medo de que não nos entendêssemos, de não te conseguir compreender, medo de que não nos adaptássemos.
Eu nem sou muito de me agarrar a este tipo de relações, mas tenho de te confessar que foi amor à primeira vista! Foi uma paixão que, ao contrário de outras que vou tendo e que duram apenas horas, foi crescendo de dia para dia conforme te ia conhecendo melhor!
Mal me mostraram a tua foto, no início de Setembro de 2011, fiquei encantada - “é este que eu quero para mim” - foi logo a minha reação!
Mesmo depois de todos os argumentos contra a nossa ligação eu insisti, “é este”. “Não me importo de esperar que ele venha para Portugal”, “Não me importo de esperar porque o quero deste modo e não de outro”... “Não me importo de esperar e pronto”!
Fiquei ainda mais encantada quando conheci um dos teus irmãos.
Adorei!
Simplesmente lindo!
Adorei o encontro com ele e quando me disseram que tu ainda eras melhor fiquei logo ansiosa que chegasses a Portugal para te poder ver, tocar, interagir contigo!
Eu sei que quando, finalmente, nos encontrámos frente a frente eu tremi, mas tu sabes que era um misto de paixão e medo! Medo de que não nos entendêssemos, de não te conseguir compreender, medo de que não nos adaptássemos.
Inicialmente ainda nos chateámos um bocadinho, afinal eu não estava habituada a tanta interação neste tipo de relações.
Eu queria meter e tu insistias que não! Eu queria mais velocidade e tu sempre a avisar do piso escorregadio! Qualquer momento meu de distração era logo por ti reclamado, querias logo a atenção toda para ti!
Enfim, com o tempo lá me fui habituando e atrevo-me até a dizer que até já sou eu que comando mais, que tenho esta nossa relação controlada, mas sempre sabendo que tu também tens vontades que eu aprendi a respeitar!
Como eu adoro os comentários dos nossos amigos, dos passantes, da família a esta nossa relação, dizem que fomos feitos um para o outro, que tu és “a minha cara” – “forte e maneirinho como eu”!
Espero que esta relação dure por muito tempo, afinal apesar de tudo eu torno-me muito fiel neste tipo de relações... além disso até foste um investimento assim a modos que elevadito para os tempos que correm...
Ando encantada por ti, pelas tuas formas, pela tua cor, pelo teu roncar baixinho... [pena ter tão pouco tempo para o nosso namoro...]
Eu Kia... consegui... agora Rio!
2012/02/16
Ela sobreviveu ao dia 14/02/2012!
Se ela tem namorado? Não, não tem.
Se ela teve convites para jantar/tomar café? Sim, teve vários.
Se ela os aceitou? Sim, desta vez apeteceu-lhe.
Se foi complicado para ela gerir a situação? Sim foi.
Não é fácil jantar várias vezes no mesmo dia e para quem, como ela, teve de reduzir drasticamente o consumo de café mais do que quatro num dia é dramático…
Se ela se acha uma cabra por ter aceite os convites e gerido a situação de tal forma a que nenhum dos seus convidadores soubesse dos restantes convites? Não, não se acha.
Porque não? Porque os convites foram aceites com base em algumas regras por ela impostas e aceites pelos seus convidadores.
A saber:
Pré-requisitos
Se ela teve convites para jantar/tomar café? Sim, teve vários.
Se ela os aceitou? Sim, desta vez apeteceu-lhe.
Se foi complicado para ela gerir a situação? Sim foi.
Não é fácil jantar várias vezes no mesmo dia e para quem, como ela, teve de reduzir drasticamente o consumo de café mais do que quatro num dia é dramático…
Se ela se acha uma cabra por ter aceite os convites e gerido a situação de tal forma a que nenhum dos seus convidadores soubesse dos restantes convites? Não, não se acha.
Porque não? Porque os convites foram aceites com base em algumas regras por ela impostas e aceites pelos seus convidadores.
A saber:
Pré-requisitos
- Jantar/café de apenas e só conversa podendo a mesma versar o nonsense…
- Nada de abraços, beijos ou amassos…
- Nada de flores, corações, chocolates, ursinhos ou equiparados…
- Nada de tentativas de desvirtuar os pré-requisitos por ela impostos para aceitar os convites…
- Mais meia dúzia de balelas que ela inventou…
Se os convites foram todos feitos por elementos do sexo masculino? Não, não foram.
Se lhe parece que eles, tal como ela, gostam é de gente divertida, bem-disposta e com vontade de conversar? Sim, parece-lhe… se bem que há quem lhe diga que não se deve fiar em parecenças…
Se ela teria de contar isto? Sim teria.
Porque teria de o contar? Porque se ela não contar aqui algumas coisas a sua ex-colega deixa de saber o que se passa na sua vida e ela não lhe pode fazer isso já que ela, a ex-colega, vem cá ao blogue quase/praticamente todos os dias…
Ah, para finalizar… Se acreditam ou não nisto? Who cares? Ela está naquela fase em que pouco lhe preocupa o que aos outros ela parece… apenas lhe apetece sorrir, rir, viver e ser Ela!
Se ela teria de contar isto? Sim teria.
Porque teria de o contar? Porque se ela não contar aqui algumas coisas a sua ex-colega deixa de saber o que se passa na sua vida e ela não lhe pode fazer isso já que ela, a ex-colega, vem cá ao blogue quase/praticamente todos os dias…
Ah, para finalizar… Se acreditam ou não nisto? Who cares? Ela está naquela fase em que pouco lhe preocupa o que aos outros ela parece… apenas lhe apetece sorrir, rir, viver e ser Ela!
2012/02/05
Por vezes… invertam-se os verbos...
Por vezes tudo o que os outros precisam é de um abraço!
Um abraço que lhes conforte a alma!
Não nos o pedem… mas nós entendemos e damo-lo…
Um abraço que lhes conforte a alma!
Não nos o pedem… mas nós entendemos e damo-lo…
Por vezes tudo o que os outros precisam é de um sorriso!
Um sorriso que lhes atenue a dor!
Não nos o pedem… mas nós percebemos e damo-lo…
Um sorriso que lhes atenue a dor!
Não nos o pedem… mas nós percebemos e damo-lo…
Por vezes tudo o que os outros querem é um carinho!
Um carinho que lhes acalme a ânsia!
Não nos o pedem… mas nós descobrimos e damo-lo…
Por vezes tudo o que nós queremos é…
Um carinho que lhes acalme a ânsia!
Não nos o pedem… mas nós descobrimos e damo-lo…
Por vezes tudo o que nós queremos é…
O que nós queremos é apenas que nos entendam, percebam, descubram…
Se nos entenderem, perceberem, descobrirem e se os outros se tornarem no nós então o Dar cumprir-se-á!
Se nos entenderem, perceberem, descobrirem e se os outros se tornarem no nós então o Dar cumprir-se-á!
Agora vou ali dar um saltinho a Lisboa e volta já... :)
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