2011/01/31

Vá Lá... Conta-Me!


Conta-Me aquilo que Me queres muito contar!

Apetecia-Me muito saber o que Tu  Me queres contar!

Conta-Me...
 

Conta lá...

Sou toda ouvidos...


Se quiseres eu guardo só para mim [ficamos pelo comentário sem publicação]... mas conta... vá lá... por favor...
Diz-me o que te apetece dizer-me... ainda que seja negativo...

2011/01/29

Na continuação do texto anterior...


A nível profissional a  falta de reconhecimento de todo um esforço que fazemos para estar sempre lá quando precisam de nós, ele é - dúvidas jurídicas, dúvidas financeiras, dúvidas metodológicas, dúvidas existenciais, dúvidas pessoais, dúvidas de sei lá mais o quê... - e Green Eyes sempre lá, ou na hora, ou uns minutos depois, mas sempre lá, mesmo em dias em que, por diversas razões, não o deveria!
O não reconhecerem isso, o não me darem apoio quando eu preciso, ainda que esse apoio passe, apenas e só, por um deixem-me em paz meio-minuto para eu poder fazer as minhas tarefas, é algo que me desilude... 
Ter de atirar à cara das pessoas várias situações até que elas se lembrem, entendam que eu tenho razão é algo que me dói muito mais a mim do que a elas...
Isto de ter de trabalhar em equipas que de equipas nada têm é do mais difícil que há, acho eu...
Eu sei que é um vício das pessoas - irem pelo caminho mais fácil [para quê pesquisar se ela nos diz...] e um defeito meu - não saber dizer não sem ficar com um peso na consciência...
Também sei que o faço e que o continuarei a fazer porque tenho este grande e grave defeito... o de pensar sempre nos utentes que não têm culpa das desmotivações e incompetências, para os cargos, de uns quantos!

Obviamente que depois de vez em quando tenho de me libertar de tudo isto de alguma forma...


2011/01/27

Sobre O Que Eu Penso Sobre...


Quando alguém inventa algo pejorativo sobre outro alguém e vai contar a outrem como forma de prejudicar o outro alguém e esse outrem acredita no alguém, não deve o outro alguém ficar magoado com o alguém por ter feito tal invenção, mas sim com o outrem por não ter confiado [quando muito questionava] no outro alguém tendo, isso sim, acreditado no alguém!
Obviamente que o alguém não pode ficar sem o efeito de uma atitude do outro alguém, deve pois o outro alguém mandar o alguém àquele outro lugar esquecendo que o alguém é alguém...


Coisa acima escrita baseada em factos reais que de tão reais se tornam surreais!

Post-it (Segredo)!