2016/09/19

É fascinam-te como me…



Fascinam as pessoas!

A observação dos seus atos preenche-me os dias…

Curiosamente as desprovidas de neurónios ativos são as que ultimamente me fazem sorrir com as suas atitudes.

Ora vejamos, não sendo eu um suprassumo dos neuronais a falta deles em certas pessoas fascina-me!
A forma como elas agem em determinadas situações tem, obrigatoriamente, de ser fruto de uma total falta de neuronais…
Vejamos o caso em apreço que sendo de uma situação particular bem que se poderia adaptar a situações mais coletivas.
Ora então… a forma bajuladora como tratam umas pessoas em detrimento de outras num certo ciclo da vida é para essas pessoas perfeitamente aceitável que num outro ciclo da mesma vida seja ao contrário.
Não percebem elas que as pessoas, as antes desprezadas, estando nos dois ciclos dessa mesma vida, e não sendo de todo desprovidas de neurónios, não venham a aceitar essa adulação que outrora foi desdém?
Creram essas pessoas, as desprovidas de neurónios, que o método para serem notadas na vida é sendo aduladoras, bajuladoras, engraxadoras, manteigueiras e mais que não me apetece escrevinhar… não acreditam elas na força do seu trabalho?
Hum… não sei… quiçá fosse interessante explicar a essas pessoas, as desprovidas de neurónios (talvez com desenhos), que os ciclos são isso mesmo, ciclos, hoje és tu amanhã serei eu…
Se bem cá há “tus” que não se repetirão…

2016/09/05

Num Reino Não Muito Distante...


Uma Princesa triste
A muito custo reinava
Até ao dia em que
Do reinado foi afastada...
Se pensam que a Princesa ficou triste
Desenganem-se meus senhores
Ela com o reinado não se identificava
Por ter em si outros Amores...
Agora que a Princesa está feliz
Um convite lhe vieram fazer
Querem que a Princesa volte
A reinadora ser!
Dilema, dilema...
Que irá a Princesa fazer?