2013/01/28
2013/01/16
(1)Enamoramento na Ponte da Arrábida!
São mais ou menos 9 horas da manhã de uma segunda-feira como tantas outras que já viveu. Uma segunda-feira em que a chuva cai miudinha, em que o trânsito se move lentamente e em filas intermináveis.
No rádio a música ajuda-a a passar o tempo. Enquanto vai avançando no trânsito, tão lentamente que quase se sente parada, vai cantarolando e olhando distraída para o interior dos carros que a seu lado circulam. Bamboleia o corpo e desafina (canta) as canções que vai ouvindo e quase consegue adivinhar o que alguns dos que por ela passam pensam - "doida, só mesmo uma doida para estar bem disposta nestas condições".
Sorri para si mesma, não se importa com o que pensam, nunca se importou.
De repente apercebe-se de que está parada no meio do tabuleiro da ponte da Arrábida. Há um toque mais à frente - "que treta, lá vamos nós ficar aqui eternidades", pensa enquanto aproveita para olhar a paisagem que a ponte lhe proporciona. Por essa razão faz questão de ir sempre na faixa mais à direita.
Como adora aquela vista que a ponte lhe mostra, com chuva, sem chuva, com nevoeiro, com sol... enfim, de qualquer modo, adora olhar e sentir um misto de paz e de medo. Sim, que ela tem tendência a imaginar que a ponte cai enquanto ela lá vai a passar, coisas melodramáticas daquelas que ela gosta de inventar...
De repente sente-se observada, não da forma como normalmente os ocupantes das outras viaturas o fazem, mas de uma forma mais intensa, quase que lhe parece que o seu observador está a seu lado.
Sente que tem de olhar, mas numa timidez estúpida demora em fazê-lo.
Enche-se de coragem e...
No rádio a música ajuda-a a passar o tempo. Enquanto vai avançando no trânsito, tão lentamente que quase se sente parada, vai cantarolando e olhando distraída para o interior dos carros que a seu lado circulam. Bamboleia o corpo e desafina (canta) as canções que vai ouvindo e quase consegue adivinhar o que alguns dos que por ela passam pensam - "doida, só mesmo uma doida para estar bem disposta nestas condições".
Sorri para si mesma, não se importa com o que pensam, nunca se importou.
De repente apercebe-se de que está parada no meio do tabuleiro da ponte da Arrábida. Há um toque mais à frente - "que treta, lá vamos nós ficar aqui eternidades", pensa enquanto aproveita para olhar a paisagem que a ponte lhe proporciona. Por essa razão faz questão de ir sempre na faixa mais à direita.
Como adora aquela vista que a ponte lhe mostra, com chuva, sem chuva, com nevoeiro, com sol... enfim, de qualquer modo, adora olhar e sentir um misto de paz e de medo. Sim, que ela tem tendência a imaginar que a ponte cai enquanto ela lá vai a passar, coisas melodramáticas daquelas que ela gosta de inventar...
De repente sente-se observada, não da forma como normalmente os ocupantes das outras viaturas o fazem, mas de uma forma mais intensa, quase que lhe parece que o seu observador está a seu lado.
Sente que tem de olhar, mas numa timidez estúpida demora em fazê-lo.
Enche-se de coragem e...
Short Stories
Green Eyes
Continua...
2013/01/07
Define-me com uma canção!
pediu-lhe ela.
Hum, talvez... Beneath Your Beautiful - respondeu-lhe ele.
Estranho - pensou ela... apenas nos vimos hoje pela 1ª vez...
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