2012/12/21

(6) Contradições... ou Talvez Não!





2012/12/18

(12) Conversas Entre Ele e Ela!


Ele (sorriso entristecido) - Desejo que um dia encontres alguém por quem te apaixones, gostaria de ter sido eu…

Ela (sorriso aberto) – Achas que mereço apaixonar-me? Ou isso é um castigo?

Ele (ar sério) – Nada disso, sabes que é tão fácil apaixonarmo-nos por ti… difícil é tu te deixares apaixonar, aquele que o conseguir será um felizardo…

Ela (olhinhos de gata perdida) – És um doce… um dia quiçá eu me apaixone, mas duvido que ele venha a ser um felizardo… será mais um desgraçado… olha o meu feitiozinho…

Ele (sorriso aberto) – és mesmo doida… daí ser tão fácil amar-te…

2012/12/07

Ai Eduardo, Eduardo... só tu me compreendes!

Quando existem merdices que me chateiam, aborrecem, ferem, magoam... um dos meus refúgios é a leitura.
Por estes dias Eduardo Mendoza faz-me companhia (pronto... tá bem... não é só ele...) e os meus dias têm sido bem mais divertidos, esta busca de Gurb tem-me feito passar vergonhas, mas vergonhas daquelas que eu gosto. É ver-me rir sozinha (para quem me vê que para mim é com o Eduardo). Aliás devo ter mesmo um ar super feliz que já houve quem me pedisse para ver o que eu lia com a justificação de que também precisava de rir...
Love it!

2012/11/22

Post-it (Parabentear)!



2012/11/07

(4) Dizem Que...


“A imaginação não tem limites!”

Hum… não sei se é assim… ou até mesmo se assim será… 
Se imaginarmos algo, se desse algo outro algo daí advir e se nada disso em prática colocarmos será que a espiral de imaginação não se torna num círculo fechado?
Que raio de coisa em que hoje me deu para pensar...

2012/10/29

Cansada de se esconder dele…

Ela saiu do seu esconderijo!
Estava farta de ali estar,
O que de início lhe pareceu um lugar calmo, sossegado, longe de tudo e todos, tornou-se rapidamente num lugar abafador, sufocante, castrador…
Maldizendo-se uma e outra vez libertou-se das amarras que a prendiam. Não poderia fechar-se longe do mundo só porque ele se poderia magoar!
Não o conhece, nunca se deu a conhecer, por que raio a quereria ele amar?!
Indagando-se sobre os motivos que o levaram a cobrar-lhe um amor, vai-se libertando dos grilhões com que se auto aprisionou. Questiona-se como pode alguém amar quem nunca viu ou conheceu?!
Não sabe responder, nunca soube, tal como nunca soube o porquê de despertar tais amores, paixões ou ilusões…
De qualquer modo já não lhe interessam as respostas, tudo o que lhe interessa é a liberdade de voltar a poder estar onde quer, quando quer e como quer!
Ter a liberdade, de se não esconder, para quando lhe apetece!


2012/10/12

Amo-te!


disse-lhe ele.
Ela sorriu-lhe, sorriso enigmático, daqueles que o fariam pensar será que gostou? Será que não?
Levantou-se dizendo-lhe que pagava ela os cafés e que já voltava...

Desde esse dia ele nunca mais a viu!


2012/10/04

Gostas de Conversar?


Onde estás?
Apetecia-me (des)conversar... contigo!

2012/10/02

Post-it (Insondabilidade)!



2012/10/01

(5) Contradições... ou Talvez Não!




2012/09/25

Convite ♥


Estás a chover e a ventar!
Queres vir comigo até ao mar?
Deixar a chuva toldar-nos os sentidos e o vento fustigar-nos os corpos,
Passeares teus dedos em meu rosto arrastando as gotas de água até meus lábios,
Beberes as gotas que aí se reúnem, guardando as que sobram em minha boca…
Disputares meu corpo com o vento abraçando-me forte para que ele não me leve,
Cingir-me de tal modo que meu corpo desapareça no teu,
Fazer ciúmes ao mar mostrando-lhe que sou tua e não dele…
Quero ser a tua musa, aquela que não conheces, não queres conhecer, tão somente e apenas amar!
Queres?
Eu quero…



2012/09/19

Deixa-me contar-te um segredo…


Sabes, perdoa-me o tutear-te, mas faço-o numa tentativa de proximidade, continuando…

Sabes eu também preciso de apoio,
Eu também tenho momentos de solidão,
Momentos em que me falta o carinho, não aquele que sempre dou, mas aquele que não peço em palavras!
Eu sei que sempre sorrio a quem sem mo pedir o necessita,
Que concedo do meu escasso tempo para alegrar o de outros,
Eu sei que pareço rocha imponente,
Pedra firme que nada faz tremer…

Mas sabes?
Eu sou rocha que o tempo desfaz,
Sou feita de pedra que a chuva desgasta,
Sou feita de matéria que o sol queima…

Não sabes?
Não importa,
São momentos, e todos os momentos são instantes,
Instantes que o tempo desvanece,
Instantes que a chuva lava,
Instantes que o sol aquece…


2012/09/17

Professor Pardal Sem Penas!



Eu até tenho ideias!
Eu até tenho vontade de as concretizar!
Pena é a inércia em mim instalada não me as deixar realizar...
Felizmente que profissionalmente a inércia não me assiste...
 


2012/09/13

Generalizações!



Nas vossas generalizações gosto de ser a exceção à regra…

2012/09/11

Post-it ([In]Confidência)!




2012/09/06

Post Feriarum...


(ou coisas que me apetece escrever...)

É hora de deixar para trás algumas daquelas coisas que apenas faço quando estou de férias...

Usar relógio;
Tomar o pequeno-almoço;
Esquecer o telemóvel durante dias;
Portar-me bem... seja lá isso o que for...
Vou...
Voltar a ir à praia ao entardecer;
Voltar aos lanches de final de tarde;

 
Isto de regressar ao trabalho até que é divertido...ou seria cansativo? Ou seria qualquer outra coisa acabada em 'ido?
Ups... não me lembro!



2012/08/14

Li 90 Livros em meia hora!

Estou de férias,
Está a chover,
Estou molengona,
Não me apetece mexer...

Que fazer?
Ler.

Peguei um livro ao acaso e li-o em meia hora. 
Afinal não era um, eram 90 e já o(s) reli 3 vezes.
Acho que o(s) vou reler muitas mais vezes, de cada vez que o(s) releio encontro algo novo. 
Algo que me faz rir, algo que me faz ficar a olhar as imagens e lê-las ao meu modo, que me faz ter vontade de ler a sua fonte de inspiração (os livros).

Estou de férias, 
Está a chover,
Que interessa?
Tenho 90 livros para ler...




2012/08/07

Post-it (Minudência)!




2012/07/26

Nas bombas de gasolina tal como no Engate...


(ou coisa sem interesse nenhum que me apetece escrever)

Dia 1 - Green Eyes falando sozinha (ou seja falando com ela mesma) não me apetece meter gasóleo, amanhã faço isso, dá tanto trabalho.
Dia 2 - Green Eyes falando sozinha (sim eu sei o que estão a pensar) eh lá, subiu 1 cêntimo? Amanhã vou meter, hoje não me apetece que está muita gente.
Dia 3 - Green Eyes falando com uma mulher muito interessante (que por acaso até é ela mesma) Oops, mais 2 cêntimos? Se calhar deveria ir agora, até porque o carro está quase sem gasóleo, mas... não me apetece meto amanhã de manhã, hoje a bomba está em manutenção e não me apetece esperar.
Dia 4 - Green Eyes aos gritos, mentalmente, com ela mesma és mesmo dodot... agora esta merda já aumentou mais 2 cêntimos, burra... ficaste à espera que a bomba estivesse com menos gente, mais desocupada, que fosse mais fácil, que coisa e tal e agora vais meter mais caro... só mesmo tu... as oportunidades que perdes só por preguicita... 
Vá pronto, agora as vantagens... pelo menos ficas com o gasóleo que ninguém cobiça, não porque não seja bom, muito pelo contrário, apenas porque é menos acessível...

2012/07/17

What Goes Around...Comes Around!


That's it...
Se por um lado,
(nem sei se o esquerdo ou o direito)
sinto pena de ti,
por outro lado,
só me apetece dizer...
                                   é bem feito!

Nem o facto de saber
que o teu fardo é pesado
me atenua esta sensação de justiça
ainda que me faça sentir em pecado...

Eu sei mulher que no fundo
bem lá no fundinho
aproveitas a tua desgraça
e és (in)feliz no teu mundinho...

Pois que seja
até podes continuar a enredar
porque a única que nunca será feliz
é a que em mentiras gosta de morar...

Um dia ao acordar
ao teu redor olharás
não te espantes se estiveres sozinha
as pessoas cansaram-se de te aturar!

I rest my case!
 


2012/07/10

Na vida tal como nos estacionamentos...


Por vezes dou "30 mil voltas" ao quarteirão
Não por não ter um lugar onde estacionar
Apenas porque não me apetece parar...


2012/07/01

Tenho saudades (algumas) de receber flores de "um desconhecido"!

É das coisas de que sinto (alguma) falta desde que mudei de local (físico) de trabalho, de receber flores sem saber quem era o seu remetente...
Agora recebo (quase) todos os dias um miminho dos colegas.
É quase a mesma coisa, mas não é a mesma coisa...
De repente chego à secretária e lá está mais uma novidade! 
São palavras de carinho, porque me acham triste, escritas num post-it, um sapito porque sabem que me faz sorrir, uma boneca porque é a minha cara, um chocolate porque tal como eu é um doce, e por aí afora...
Tudo é pretexto para me presentearem, porque estou feliz, porque estou triste, porque não sorri, porque me ri, porque sim, porque não... 
E eu vou colecionando-os como se de tesouros se tratassem...
Gosto deste jogo de tentar descobrir quem foi, mas sinto saudades de receber flores sem saber quem é o seu remetente...

De receber flores de alguém que apenas me via uma ou duas vezes... 
Deste jogo de conquista, desta espécie de engate...
Sim... eu sei... manias... enfim... coisas de Green Eyes...




2012/06/25

(11) Conversas Entre Ele e Ela!


(Ou coisas pirosas que ela gosta de ouvir)
 
Levantou-se sem vontade de o fazer e não lhe apeteceu arranjar-se.
Não lhe apeteceu maquilhar-se, enfiou umas calças de ganga e uma t-shirt coçada pelos anos [gosta de a vestir quando se sente menos feliz, o Garfield de língua de fora nela estampado dá-lhe sempre algum alento] e prendeu o cabelo num rabo-de-cavalo meio desfeito. Enfiou uns sapatos sem salto o que lhe dá a ilusão de não ser vista, sendo baixinha passará, mais facilmente, sem ser notada.
Quando entra no edifício grunha um bom dia, não se fixando nas pessoas presentes.

Ele (sorriso estampado no rosto) - Bom dia, já tinha saudades de te ver, alegras-nos sempre o dia.

Ela (sorriso sarcástico) - Sim... devo ser mesmo um encanto... então hoje com este ar de bruxa acabada de despertar...

Ele (sorriso ainda maior, olhando-a fixamente) - Não me pareces nada uma bruxa, mas sim uma princesa a desabrochar...

2012/06/13

Porque Não Me Apetece Contá-lo a Ninguém...

mas preciso gritá-lo ao mundo...
Quando me disseram que o meu Amigo morreu não consegui chorar...
Prendi as lágrimas, prendi os sons ficaram os sufocos!
Umas horas depois (agora) recebi uma mensagem e enquanto via no visor do telemóvel o nome do remetente tremi... li-a e libertei as lágrimas, os sons, o medo, a raiva sei lá eu que mais...
O remetente era Ele... a mensagem era escrita por um familiar (em nome da esposa) e comunicava-me a sua partida...
Por momentos pensei que era Ele... que tudo não passava de um boato...
Depois percebi, entendi que nunca mais iríamos ter conversas nonsense, rirmos de coisas que sós os Amigos entendem, partilhar a vida...
Que por mais que me tente convencer que viver uma vida de dor como a que Ele, ultimamente, vivia não era vida...
Que o tempo tudo atenua...
Que os que Ele amava e o amavam com o passar dos dias sentirão menos dor do que aquela que sentiram vendo-o sofrer...
Não consigo deixar de sentir um rodopio de emoções, de sentir que não é justo...
De me sentir egoísta...
De querer estar assim, sozinha... mas com vontade de um abraço...

   

2012/06/10

Dear Carlos,

as coisas que me disseste não faziam sentido, não eram verdadeiras, eram ilógicas, desprovidas de sinceridade, enganadoras, calculadas, um embuste, um ardil, um engodo...

Sim, eu sempre soube tudo isto, mas fingi que não porque ainda assim...

Eu gostei de as ouvir!



2012/06/03

Odeio Sentir-te em Mim!


Odeio sentir que me roubas o Ser!
Sentir-te a tomar conta do meu corpo!
Detesto que me faças perder os sentidos, que me enublas a visão, me faças perder a noção do ser, do existir, ainda que por breves minutos...
Detesto-te e detesto sentir que te deixo ganhar a batalha!
Odeio sentir que te aproximas de mim, que me vais possuir, que vais apoderar-te de mim, do meu corpo...
Que todos os meus esforços são em vão!
Eu sei que é mais fácil se eu não te resistir...
Deixar-te possuir-me...
Deixar-me ficar quieta enquanto te apoderas do meu corpo...
Enquanto o deixas sem forças à tua mercê!
As pernas bambas, o suor que me percorre o corpo, os tremores que o invadem, o estômago embrulhado...
Ainda que me deixes de cabeça à roda, tudo o que eu mais quero é que me possuas rapidamente e te vás!
Não te digo nada, mas não te quero em mim, apetecia-me gritar-to!
A única vontade que tenho é a de que me abandones...
Se eu não te resistir sei que depois de te deleitares em meu corpo, de te deliciares nele, de te manifestares em força, me deixarás descansar!
Não te quero em mim e numa estranha contradição quero que me possuas rapidamente!
Sinto-me tão sozinha nestes momentos em que me dominas e numa contradição ainda maior não quero ninguém a interferir neste nosso momento!
Só assim, sozinha, sinto que te controlo.
Odeio-te Ménière...
Um dia venço eu a batalha e não te deixo possuir-me...
Este(s) não foi o dia...



2012/05/22

Eu sei lá…

Se estou certa ou errada
Se o caminho que escolhi é o correto
Se viver assim é o melhor para mim
Ou se deveria ser de outro jeito
Eu não sei nem quero saber
Amo a vida do meu modo
Criei muros contra os intrusos
Dizem-me que sem Um Amor não estou completa
Respondo-lhes que tenho tantos que me preenchem…

Eu sei lá se assim deveria ser
Ou se mudar como querem o seria
Sei apenas que assim é como hoje gosto de viver

Amanhã... Amanhã logo se vê...

Hoje... Hoje estou cansada...
Não quero planear a Vida
Apenas a viver
Não me peçam mais nada!

2012/05/14

(1)Provoco-te… Provocas-me!

Olho-te de soslaio quando por ti passo
Reparo que o teu olhar procura o meu
Disfarço, olhar vago como se olhasse através de ti
Finjo que te ignoro enquanto distribuo sorrisos
Olho-te de olhar fixo
Os teus olhos procuram os meus
Enfrento-os desafiando-te a deixares de me fitar
Não sei, nunca percebi qual de nós desiste primeiro
Coramos os dois
Vergonha pela timidez que nos acompanha?
Excitação pelo prazer do olhar?
Diversão pelo prazer deste nosso jogo?
Ou desejo de nos voltarmos a desafiar?
Um dia temo que me questiones e eu não saberei nem o quero saber
Um dia trocas-me as voltas e eu deixo de jogar…
 

2012/05/10

(4) Contradições... ou Talvez Não!



2012/05/07

Nem sei se vista, se dispa...

e de repente teve de ir ao médico. Nada de especial, nada programado, foi assim uma coisa repentina. 

Green Eyes - Ó  CoisaeTal  tenho mesmo de ir hoje?

CoisaeTal  - Sim, tens mesmo, assim ando preocupada...

Depois de mais uma troca de palavras, por sinal nada desagradáveis, lá foi Green Eyes ao médico, confessa que se lhe têm dito à partida que era um medicO não teria feito tanta fita... não é por nenhuma razão em especial, apenas preferências...

MédicO - Blá, blá, blá... agora vamos ter de fazer mais uns exames, por favor, dispa-se, fique só com cuecas, soutien e pode deixar as meias também.

Green Eyes, numa de despachar, rapidamente fica nos preparos solicitados.  Quando olha vê o Médico de sorriso gozão enquanto lhe diz - Está muito sexy com essa lingerie e essas meias...

Green Eyes baixa ligeiramente a cabeça para ver o porquê de tão despropositado comentário quando... o seu rosto cora ligeiramente (aposta que mesmo depois de morta continuará a corar... apre...).

Green Eyes (em pensamento) - Fónix... eu deveria saber que esta mistura não iria dar certo... usar uma lingerie de renda vermelha e meias de lã com o homem aranha... já a minha avó dizia "sabes como sais de casa, nunca sabes como voltas..."

2012/04/29

Post-it (Comparação)!



2012/04/26

2012/04/24

Post-it (Essência)!

2012/04/19

(10) Conversas Entre Ele e Ela!

Ela segue em passo apressado (como é seu hábito) pelo corredor estreito, em sentido contrário vem ele. Ao cruzarem-se ele empurra-a ligeiramente, quase sem a tocar, contra a parede e sussurra-lhe ao ouvido em tom rouco:

EleGosto de ti como quem gosta do sábado…

Ela (sorrindo) – Grande coisa… se é assim que gostas de mim, não gostas nada…

Ele (em tom surpreendido) – Porquê?!

Ela (esquiva-se e enquanto segue caminho) – Porque ninguém gosta do sábado… é dia de limpezas…

Ainda o ouve responder – “fogo mulher… tiras o tesão a qualquer um…

2012/04/17

Hoje "dei por mim"...


a controlar as palavras que me apetecia proferir!
A ter o cuidado de não dizer o que me apetecia apenas com receio de ser mal interpretada...
A me preocupar com o que os outros poderiam pensar de mim se eu dissesse o que me apetecia...
Tudo bem, não é a primeira vez que o faço, mas nunca numa situação destas...
Desde quando me preocupo eu que pensem que eu sou o que não sou?
Sinto-me estranha... e até um pouco arrependida... deveria ter-lhe dito o que achava dele sem me preocupar com os mirones...

2012/04/10

Estou cansada de que me queiras...


Estou cansada de dizer não
A cada sim que me pedes...

Estou cansada de te negar em palavras
O que em gestos me suplicas...

Estou cansada de te ver sofrer
Pelo amor que te faria feliz...

Estou cansada de que penses
Que pelo cansaço me vences...


Estou cansada e com vontade de ceder...
Não a ti...
Mas sim ao cansaço!


2012/04/08

Post-it (Úrgico)!



2012/03/20

Sou assim... que se há de fazer...


Pessoalmente...

Faço que não percebo as coisas que percebo e que um ele me diz...

Faço que percebo as coisas que não percebo e que um ele me diz...


2012/03/12

2012/03/06

2012/03/01

Há mais de 1 mês que estamos juntos!

Esta nossa relação não foi uma relação apetecida... ok, também não foi completamente uma relação forçada... digamos que foi assim algo do género - “tinha que ser”!
Eu nem sou muito de me agarrar a este tipo de relações, mas tenho de te confessar que foi amor à primeira vista! Foi uma paixão que, ao contrário de outras que vou tendo e que duram apenas horas, foi crescendo de dia para dia conforme te ia conhecendo melhor!
Mal me mostraram a tua foto, no início de Setembro de 2011, fiquei encantada - “é este que eu quero para mim” - foi logo a minha reação!
Mesmo depois de todos os argumentos contra a nossa ligação eu insisti, “é este”. “Não me importo de esperar que ele venha para Portugal”, “Não me importo de esperar porque o quero deste modo e não de outro”... “Não me importo de esperar e pronto”!
Fiquei ainda mais encantada quando conheci um dos teus irmãos.
Adorei!
Simplesmente lindo!
Adorei o encontro com ele e quando me disseram que tu ainda eras melhor fiquei logo ansiosa que chegasses a Portugal para te poder ver, tocar, interagir contigo!
Eu sei que quando, finalmente, nos encontrámos frente a frente eu tremi, mas tu sabes que era um misto de paixão e medo! Medo de que não nos entendêssemos, de não te conseguir compreender, medo de que não nos adaptássemos.
Inicialmente ainda nos chateámos um bocadinho, afinal eu não estava habituada a tanta interação neste tipo de relações.
Eu queria meter e tu insistias que não! Eu queria mais velocidade e tu sempre a avisar do piso escorregadio! Qualquer momento meu de distração era logo por ti reclamado, querias logo a atenção toda para ti!
Enfim, com o tempo lá me fui habituando e atrevo-me até a dizer que até já sou eu que comando mais, que tenho esta nossa relação controlada, mas sempre sabendo que tu também tens vontades que eu aprendi a respeitar!
Como eu adoro os comentários dos nossos amigos, dos passantes, da família a esta nossa relação, dizem que fomos feitos um para o outro, que tu és “a minha cara” – “forte e maneirinho como eu”!
Espero que esta relação dure por muito tempo, afinal apesar de tudo eu torno-me muito fiel neste tipo de relações... além disso até foste um investimento assim a modos que elevadito para os tempos que correm...
Ando encantada por ti, pelas tuas formas, pela tua cor, pelo teu roncar baixinho... [pena ter tão pouco tempo para o nosso namoro...]
Eu Kia... consegui... agora Rio!

2012/02/16

Ela sobreviveu ao dia 14/02/2012!

Se ela tem namorado? Não, não tem.
Se ela teve convites para jantar/tomar café? Sim, teve vários.
Se ela os aceitou? Sim, desta vez apeteceu-lhe.
Se foi complicado para ela gerir a situação? Sim foi.
Não é fácil jantar várias vezes no mesmo dia e para quem, como ela, teve de reduzir drasticamente o consumo de café mais do que quatro num dia é dramático…
Se ela se acha uma cabra por ter aceite os convites e gerido a situação de tal forma a que nenhum dos seus convidadores soubesse dos restantes convites? Não, não se acha.
Porque não? Porque os convites foram aceites com base em algumas regras por ela impostas e aceites pelos seus convidadores.
A saber:
Pré-requisitos
  • Jantar/café de apenas e só conversa podendo a mesma versar o nonsense…
  • Nada de abraços, beijos ou amassos…
  • Nada de flores, corações, chocolates, ursinhos ou equiparados…
  • Nada de tentativas de desvirtuar os pré-requisitos por ela impostos para aceitar os convites…
  • Mais meia dúzia de balelas que ela inventou…
Se os convites foram todos feitos por elementos do sexo masculino? Não, não foram.
Se lhe parece que eles, tal como ela, gostam é de gente divertida, bem-disposta e com vontade de conversar? Sim, parece-lhe… se bem que há quem lhe diga que não se deve fiar em parecenças
Se ela teria de contar isto? Sim teria.
Porque teria de o contar? Porque se ela não contar aqui algumas coisas a sua ex-colega deixa de saber o que se passa na sua vida e ela não lhe pode fazer isso já que ela, a ex-colega, vem cá ao blogue quase/praticamente todos os dias…
Ah, para finalizar… Se acreditam ou não nisto? Who cares? Ela está naquela fase em que pouco lhe preocupa o que aos outros ela parece… apenas lhe apetece sorrir, rir, viver e ser Ela!

2012/02/05

Por vezes… invertam-se os verbos...

Por vezes tudo o que os outros precisam é de um abraço!
Um abraço que lhes conforte a alma!
Não nos o pedem… mas nós entendemos e damo-lo…


Por vezes tudo o que os outros precisam é de um sorriso!
Um sorriso que lhes atenue a dor!
Não nos o pedem… mas nós percebemos e damo-lo…

Por vezes tudo o que os outros querem é um carinho!
Um carinho que lhes acalme a ânsia!
Não nos o pedem… mas nós descobrimos e damo-lo… 

Por vezes tudo o que nós queremos é…
O que nós queremos é apenas que nos entendam, percebam, descubram
Se nos entenderem, perceberem, descobrirem e se os outros se tornarem no nós então o Dar cumprir-se-á!

   
Agora vou ali dar um saltinho a Lisboa e volta já... :)

2012/01/27

Hoje apetece(u)-me namorar!

Dar as mãos e ficar de sorriso nos lábios, brilho nos olhos, contemplação mútua sem pensar…
Trocar abraços, beijos e amassos…
Conversar, falar, deixar a palavra solta com o seu som nos encantar…
Contar-te os meus medos, permitir teu amparo, revelar-te meus segredos…
Ouvir teus segredos, dar-te meu amparo, dissipar-te os medos…
Planear o futuro, viver o dia-a-dia, esquecer isso tudo…
Viver o simplismo, receber flores, fazer coisas pirosas no pretexto do romantismo…
Sentirmos paixão, ardor, carinho, amor, emoção…
 
Hoje apetece(u)-me namorar, mas depois pensei…

“É sexta-feira…
Estou apenas a delirar…
Ou será a rimar?
É que ainda me falta o “Ele” encontrar…
E será que quero?
Poderei eu tal delírio almejar?
Ai que confusão…
Olha Green Eyes cá para mim estás é a sonhar…
Ou será a alucinar?
Ou será da música que está a tocar?
Nada disso criatura…
Estás é a disparatar…
Assim do género, com as palavras brincar… ”


2012/01/23

Lá porque o tens grande e vistoso…

Não quer dizer que o saibas manobrar!
Sim, é perfeitamente visível a sua sumptuosidade, aliás tu fazes questão de o exibir mesmo que ninguém nisso esteja interessado!
É grande, é vistoso, mas nem sempre isso é sinónimo de agradável à vista!
De qualquer modo é-me igual, não fosse o caso de o quereres enfiar em sítios onde ele não cabe e eu nem lhe ligaria apesar de toda essa pomposidade!
A tua insistência em enfiá-lo na minha frente, mesmo sendo um espaço estreitíssimo, com tendência a encurtar sempre que te vejo a querer lá o enfiar, é deveras irritante... 
Ficas a saber que se me tocas ao de leve, quer seja na frente, quer seja na traseira, com o teu nem sei o que te faço... 
Não vês que elas são novas? Quase incólumes?
Pois é… antes de lhe pores as mãos e vires logo exibi-lo deverias ter aprendido a manobrá-lo… é que um bólide desse calibre não é para um qualquer condutor...

2012/01/16

Toca-me!

Toca-me! 
Deixa-te ficar a meu lado!
Mistura teu corpo no meu,
Deixa-te ser o meu fado!

Toca-me com teu sussurro,
Deixa a minha pele arrepiada,
Toca-me ao de leve,
Faz-me sentir tateada!

Deixa teu olhar percorrer-me,
Meu corpo receber o teu em delírio!
Toca-me sem me tocares
Sente meu corpo em desvario!

Toca-me com teu corpo,
Sente o meu devagar,
Toca-me e diz-me baixinho
Não quero nem posso parar!

Encosta tua pele à minha
Sente a minha provocação!
Deixa-me sentir-te vibrar,
Extravasar tua emoção!

Deixa-me, vai

Chegou a hora de decidir,
Esquece o meu pedido,
Só a tua vontade deves seguir...
Sem Sentido 
Green Eyes



texto inspirado em trabalhos de Alfred Gockel
As Tuas Mãos!
Os Teus Lábios!
Os Teus Olhos!

2012/01/12

Tás a ver Green Eyes?! É para isso que servem os espelhos…


São 07h30 da manhã, Green Eyes está já acordada faz tempo… mais 5 minutos e levanta-se.
Depois da rotina matinal Green Eyes abre o armário e escolhe umas peças de roupa para vestir, tem o hábito de o fazer só de manhã e na última da hora, não por desleixe, até é bem cuidada nesse aspecto, é conforme o seu estado de espirito.
Já pronta para sair pega na chave do carro e desce as escadas do prédio (não gosta de elevadores, não que tenha tido alguma má experiencia, muito pelo contrário…) e ao passar no hall de entrada do prédio, nem sabe bem porquê, olha de relance para o espelho que forra a parede lateral (alguns de vocês que já me leem há algum tempo sabem que Green Eyes não aprecia espelhos…) e pensa com os seus botões – “ia jurar que hoje tinha vestido uma saia… que raio de calças vesti eu?!”. Olha com mais atenção para o espelho e… “credo! Esqueci-me de vestir a saia… estou só de collants…”. Corre, mas corre mesmo, escadas acima antes que algum dos vizinhos a veja nestes preparos - de camisola, chapéu, collants e botas de salto e cano alto… e nem estava com pressa, afinal nos últimos tempos tem sido um descanso passar a ponte, quase nem há trânsito...
Raios do alemão que não a larga...

2012/01/11

Homem, Assim não dá!!


Se há coisa que me desarma completamente é o sentido de humor das pessoas...
Depois de tentar, sim tentar, pregar-lhe um sermão por não estar a cumprir correctamente as tarefas, por andar sempre de cabeça no ar, de estar sempre no mundo da lua, de quanto mais eu falar mais ele me olhar fixamente de olhos esbugalhados, depois de tudo isto, e mais alguma coisa, diz-me ele:
- Vês como aprendi bem?
- Como assim? - disse-lhe eu - Andamos nesta treta há séculos, nunca mais aprendes a fazer as coisas correctamente!!
- Ora aí está... o objectivo da minha aprendizagem é diferente do da tua... tu queres que eu saiba fazer essas coisas... eu quero é ver-te assim... irritada comigo... ficas linda!

(Ai se tu não fosses tão catraio...)

2012/01/10

Eu Olho-As Com Um Sorriso Nos Lábios...


Sabem aquelas pessoas que aproveitam a deixa de tudo o que dizemos para poderem falar delas?
Pois...
É mais ou menos uma coisa deste género:

Alguém diz - ai, a mim hoje doem-me as costas... e essas pessoas começam logo a desbobinar as lamurias delas, que elas é que têm mil e uma doenças, que sofrem desalmadamente e coisa e tal, sem sequer perguntarem ao outro, por exemplo, o porquê de lhes doerem as costas...

Alguém diz - sabes, eu hoje fui às compras e comprei um vestido... e essas pessoas começam logo a dizer que elas é que ficam bem de vestido, que todos lhes gostam de ver vestidos e blá, blá, blá, pipipi, tititi, pópópó...

Pois, elas existem por todo lado...

Um destes dias estava eu a ouvir atentamente um colega que lhe apetecia desabafar... apetecia-lhe que o ouvissem, também é uma forma de libertação das vicissitudes da vida, quando nos aparece um espécime destes... coitado não conseguiu abrir mais a boca... lá tive eu de o ir arrastando disfarçadamente (o que nem me custou muito, não sei se da força com que o arrastei, se da vontade que ele tinha de  por mim ser arrastado...) para outro lado e a caturra lá ficou a auto-elogiar-se, lamuriar-se e sei lá mais o quê... nem se apercebeu de que ficou sozinha...

Enfim...
Parece-me que ouvirem os outros de vez em quando (não se lhes podem pedir mudanças radicais de comportamento...) não seria mau, nem lhes faria mal...
Mas isto sou eu que... de vez em quando tenho crises de pretensa lucidez...


2012/01/08

Post-it (Dissimulação)!




2012/01/01

Êxtase de Final de Ano!

São cerca das 22 horas, ela volta a olhar para a maleta e mentalmente revê tudo o que emalou. Não se quer esquecer de nada, não sabe para onde irá, sabe lá se existem lojas perto do local onde ele prometeu que a levaria e faria feliz.
Enquanto olha a maleta sorri, que loucura, nunca fez uma coisa destas, aceitar assim sem mais o convite de um desconhecido.
Relembra, ainda sorrindo, o convite dele - “ se eu te convidar para vires comigo sem saberes para onde, sem saberes para quê, vens?”.
Lembra-se, perfeitamente, de que nem hesitou, que rapidamente lhe respondeu que sim, que iria. Daí até as coisas se concretizarem foi um ápice, nem teve mais tempo de pensar sobre isso. Agora, olhando a maleta, hesita… talvez seja uma loucura, será?
Entretanto alguém toca à campainha. Contrariamente ao seu habitual abre a porta sem primeiro espreitar para ver quem será, tem a certeza de que é ele.
Olham-se nos olhos, ela disfarça, timidamente, o olhar e diz – “vamos?” ao que ele responde – “sim, eu levo-te a mala”.
Descem as escadas, não lhe apetece ir no elevador com ele, não lhe apetece essa intimidade para já.

...
Depois de uma breve viagem no carro dele até ao aeroporto, consegue perceber que irão para um qualquer destino com mar e volta a questionar-se, ainda que por breves momentos, como foi capaz de aceitar aquele convite para virar o ano com ele. Não interessa, agora já está – pensa ela.
...
Quando chegam ao hotel encanta-se com tudo, com a suite, com a vista sobre o mar, com ele...
...
Ela pensa, enquanto olha o mar, já se passaram 2 dias e 3 noites, nunca se sentiu tão bem, tão feliz, ele é encantador, doce, carinhoso, atencioso, tudo o que ela imaginou. O prazer físico e mental que sentiu é que superou todas as suas expectativas. Nunca pensou ser capaz de viver, de sentir o seu corpo com tanta facilidade.
Sente o seu corpo ser enlaçado pelos braços dele e o seu beijo suave sobre o pescoço – “ficava assim eternamente” – diz-lhe ela.
“Queres eternizar estes momentos?” – questiona ele.
“Sim quero, muito e tu, queres?” – pergunta-lhe ela enquanto roda o seu corpo dentro do seu abraço empurrando-o ligeiramente contra as grades da varanda.
“Também, muito, estás preparada para isso?” – diz-lhe ele enquanto a olha profundamente nos olhos.
Ela não responde, não precisa, em vez das palavras passa aos actos… desembaraça-se do seu abraço, dá-lhe um empurrão com toda a força que pode apanhando-o desprevenido, atirando-se ao mesmo tempo sobre o seu corpo e voam juntos em direcção ao mar.
Ainda lhe consegue ouvir um – “Porquê?!” surpreendido enquanto descem vertiginosamente, abraçados, os cerca de 20 andares até ao mar...
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