2009/10/07

A Dor De Cabeça, O Amor E As Pessoas De Quem Não Gostamos!



Era uma vez uma “dor de cabeça”.
Esta “dor de cabeça” instalou-se num corpo sem pedir licença. Acomodou-se na cabeça e por lá foi ficando a incomodar. Incomodava porque era barulhenta, atirava com as portas fazendo toda a cabeça estremecer! Mexia-se muito fazendo pressão sobre todo o corpo deixando-o completamente de rastos!
Os órgãos daquele corpo estavam a ficar fartos!
Dias, meses a aturá-la e por isso resolveram reunir-se para decidir o que fazer!

A Razão dizia – Chamámos os polícias cerebrais (medicamentos) e expulsamo-la!

O Coração dizia – Ficamos quietos que ela desiste e vai-se embora!
Sempre ouvi dizer que o melhor, nestas coisas, é abandonarmo-nos, deixarmo-nos ir na corrente!

Fígado – Eu já não aguento mais!

Coração – Ceder-lhe, aceitarmos tê-la connosco é o melhor, acreditem em mim!

De tanto o Coração insistir o corpo aceitou! Resolveu ceder à “dor de cabeça” e quando o fez ela, a “dor de cabeça”, partiu!

E o que tem esta história a ver com o título? Perguntam vocês (se não perguntam deveriam fazê-lo…).

Aparentemente nada, mas vejamos as deduções à Green Eyes:

– Tal como com a “dor de cabeça” o Amor quando lhe cedemos abandona-nos, parte, vai-se embora!

Conclusão: A “dor de cabeça” e o Amor são a mesma coisa.

– Tal como a “dor de cabeça” as pessoas de quem não gostamos, quando nos habituamos a suportá-las elas desistem, vão-se, partem!

Conclusão: As pessoas de quem não gostamos são para nós, por vezes, uma “dor de cabeça”!